Ricardo
Jacinto
(PT)
Parque
Concerto transdisciplinar
6 e 7 de Julho
Évora
Convento do Carmo
21h30m
Ricardo Jacinto e a equipa de performers
/ intérpretes
/ cúmplices que integra a equipa
de Parque apresentam este projecto como
um recinto de diversões, uma exposição
extravagante ou um edifício prodigioso
cuja arquitectura desafia os modos de o habitar.
E convidam os espectadores a circular neste concerto
transdisciplinar que se caracteriza como um vasto
campo performativo e expositivo povoado de dispositivos_peças_objectos_esculturas
activadas pelos performers improvisadores. Em
cada momento, o espectador circula livremente,
ora deixando-se embalar pelos sentidos, ora fascinando-se
com as excelências e belezas da técnica,
ora ainda deixando-se envolver pela simultaneidade
do que acontece neste território.
Dispositivos do Parque:
Os [lê-se ós]
percussão em espelhos suspensos como cimbalos,
saxofone alto, outras percussões, electrónica
e iluminação
duração: aprox. 25` ´ Peça de embalar (versão longa e dupla)
percussão em vidros suspensos como gongos,
saxofone alto, violoncelo e iluminação
duração: aprox. 20`
Atraso
altifalante pendular, saxofone alto, violoncelo
e percussão
duração: aprox. 25`
Ficha Técnica
composição_direcção
musical:
Ricardo Jacinto
Os “dispositivos instrumentais” apresentados
(Peça de embalar, Os e Atraso) foram criados
por Ricardo Jacinto e tiveram a colaboração
de Nuno Morão na montagem e acessoria
técnica e de André Sier na programação
electrónica (interfaces de luz/som e projecção
sonora multicanal em tempo real). O dispositivo
fotográfico é da responsabilidade
de Daniel Malhão.
Produção: Ricardo Jacinto / Vera
Cortês-Agencia de Arte
Apoios: INSTITUTO DAS ARTES_MINISTÉRIO
DA CULTURA, OSVALDO MATOS LDA
Sobre Ricardo Jacinto
Ricardo
Jacinto nasceu em 1975, em Lisboa e estudou arquitectura,
escultura e música,
e as suas obras são fortemente marcadas
pela conjugação destes três
campos de criação.
Desde 1998 tem apresentado o seu trabalho em
exposições, concertos e performances
em Portugal e no estrangeiro. Tem desenvolvido
uma intensa actividade de colaboração
com outros artistas plásticos, arquitectos,
músicos e performers.
Na sua obra destaca-se o projecto PARQUE,
desenvolvido desde 2001 em colaboração
com outros artistas e músicos, que teve
apresentações no Lugar Comum, CAM
(Fundação Calouste Gulbenkian),
Teatro Curvo Semedo (Montemor-o-Novo), Agência
de Arte Vera Cortês, Edificio Interpress,
Fundição de Oeiras.
Projectou em co-autoria com o Arq. Pancho Guedes
a instalação Lisboscópio para
a Representação Oficial Portuguesa
na Bienal de Arquitectura de Veneza 2006.
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